Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!».
Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto».

Jo 20,29

padre Abílio Fernando Alves Cardoso

O PÁROCO

igreja matriz

Capela de Montes de Alvor Paroquia de Alvor

Capela de montes de alvor

Papa rejeita papel político, após críticas do presidente dos EUA, e exige fim de guerras

«Não tenho medo da administração de Trump. Continuarei a proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho» – Leão XIV

O Papa rejeitou hoje que o seu magistério tenha finalidades político-partidárias e exigiu o fim das guerras, em resposta às acusações proferidas este domingo pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

“Não tenho medo da administração de Trump. Continuarei a proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho, aquilo por que a Igreja trabalha. Nós não somos políticos, não olhamos para a política externa com a mesma perspetiva, mas acreditamos na mensagem do Evangelho como construtores da paz”, disse Leão XIV, no voo entre Roma e Argel, esta manhã, ao ser questionado por uma repórter norte-americana sobre as declarações do presidente dos EUA.

A conversa com os jornalistas decorreu na viagem para a Argélia, a primeira etapa do périplo africano que decorre até 23 de Abril.

“Não encaro o meu papel como o de um político, não sou um político, não quero entrar num debate com ele [Donald Trump]. Não creio que a mensagem do Evangelho deva ser deturpada como alguns estão a fazer”, apontou o Papa.

Continuarei a manifestar-me veementemente contra a guerra, procurando promover a paz, fomentando o diálogo e o multilateralismo com os Estados para encontrar soluções para os problemas. Há demasiadas pessoas a sofrer hoje, demasiados inocentes foram mortos e creio que alguém deve levantar-se e dizer que existe um caminho melhor”.

Oração pela Paz 11 de Abril 2026 Paróquia de Alvor

Oração pela Paz, 11 de Abril

Vivemos horas e dias em que assistimos a um mundo, onde o poder se manifesta pela guerra e a paz é frágil. Mas é também neste mundo, que o Papa Leão XIV eleva a sua voz na mensagem de Domingo de Páscoa dizendo: “A paz que Jesus nos entrega não é aquela que se limita a calar as armas, mas aquela que toca e transforma o coração de cada um de nós! Convertamo-nos à paz de Cristo! Façamos ouvir o grito de paz que brota do coração!“, e com essa palavras, a todos convida, para que nos unamos à vigília de oração pela paz a realizar a 11 de Abril na Basílica de S Pedro.

É um apelo a que não podemos nem queremos ficar indiferentes quando, como também diz o Papa, assistimos a uma ” globalização da indiferença cada vez mais acentuada”. Juntemo-nos, nesse momento, em pensamento para que juntos brote também do nosso coração aquela prece do poema da Sophia de Mello Breyner:

Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos

A Paz sem Vencedores e sem Vencidos  inDual“, 1927

II Domingo da Páscoa

12 de Abril, 2026

Entrada:

O Senhor ressuscitou e fez brilhar sobre nós a sua luz, Ele que nos remiu com o seu sangue. O Senhor ressuscitou! Aleluia! (M. Luís)

Salmo:

Aclamai o Senhor porque Ele é bom, o seu amor é para sempre. (M. Luís)

Ofertório:

Órgão.

Comunhão:

Sempre que comemos o pão e bebemos deste vinho anunciamos ao mundo a Ressurreição do Senhor. (F. Santos)

Pós-Comunhão:

Ressuscitou, ressuscitou, ressuscitou, Aleluia! (A. Cartageno)

Venerar gostosamente a Divina Escritura

No Concílio Vaticano II, os padres conciliares sublinharam um antigo princípio, colhido na época patrística: «A Igreja venerou sempre as divinas escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor, não deixando jamais, sobretudo na sagrada Liturgia, de tomar e distribuir aos fiéis o pão da vida, quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo» (DV 21). Será que a Igreja venerou sempre a Palavra de Deus como o fez para com o Pão e o Vinho consagrados na oração eucarística? Admitindo que outrora o tenha feito, atualmente, isso não é óbvio. Sem julgar intenções, mas avaliando pelas atitudes, não parecerá que se presta maior veneração aos dons eucarísticos do que à Palavra de Deus? Transportamos os vasos eucarísticos com grande piedade; ajoelhamos ao abrir e fechar o sacrário e, também, ao passar diante do tabernáculo; abrimos as palmas das mãos como quem recebe algo precioso na comunhão; usamos a custódia, o incenso e abundância de flores, na adoração e no Lausperene; cobrimo-lo com a umbela e o pálio, nas procissões; entre outras formas de devoção, dentro e fora da celebração do mistério eucarístico. Dispomos, inclusive, de ministros extraordinários para o serviço da comunhão na celebração das missas e levar o Pão da vida aos ausentes, idosos e doentes. Pergunto, porém, em relação à Palavra de Deus: Será que a honramos com gestos equiparáveis de reverência? É verdade que, por vezes, também usamos o incenso e os círios, na proclamação do Evangelho. E os ministros que o proclamam, no final, beijam-no. Escutámo-lo de pé. E, embora raramente, além de proclamado, é cantado. Ainda assim, insisto em perguntar: Cuidaremos dos livros que contêm a Palavra de Deus, da sua corporeidade e do seu serviço com aquela reverência que é devotada ao Corpo do Senhor? Será que a escutamos, com o sentido de presença do Senhor, à cadência de cada palavra lida ou proclamada, como em cada partícula do Pão ou gota de Sangue consagrados O reconhecemos, tomamos e veneramos?

Atendendo a certos comentários feitos por Padres da Igreja, constatamos que tal veneração corresponderia a um princípio assumido, cuja verificação prática, por vezes, admitia dificuldades em relação à veneração da Palavra, devida, por exemplo, à falta de cuidado na sua escuta. Isso mesmo depreendemos, por exemplo, do comentário sobre o Salmo 147, tecido por S. Jerónimo: «Lemos as Sagradas Escrituras. Eu penso que o Evangelho é o Corpo de Cristo; penso que as santas Escrituras são o seu ensinamento. E quando Ele fala em “comer a minha carne e beber o meu sangue” (João 6, 53), embora estas palavras se possam entender do Mistério [eucarístico], todavia também a palavra da Escritura, o ensinamento de Deus, é verdadeiramente o corpo de Cristo e o seu sangue. Quando vamos receber o Mistério [eucarístico], se cair uma migalha, sentimo-nos perdidos. E, quando estamos a escutar a Palavra de Deus e nos é derramada nos ouvidos a Palavra de Deus, que é carne de Cristo e seu sangue, se nos distrairmos com outra coisa, não incorremos em grande perigo?»

Sinais de reverência

Enquanto sinais de reverência para com as divinas Escrituras, eles ajudam a reconhecer o seu valor e a sua centralidade na vida da Igreja. Tornam-no mais manifesto. Por exemplo, não faz sentido que, minutos antes da missa, alguém da sacristia vá colocar o Evangeliário sobre o altar, como se fosse mais uma alfaia litúrgica. Podendo fazer-se de outras formas, estou persuadido de que será muito oportuno, pelo menos ao domingo, nas solenidades e nas festas, integrar o Evangeliário na procissão de entrada. No livro que caminha um pouco elevado sobre a cabeça do diácono ou do acólito, a Palavra de Jesus coloca, aqueles que para ele olharem, em ritmo pascal. Ao som do cântico de entrada, ele gera, de antemão, expectativas pelo conteúdo da Palavra que Jesus vai dirigir. Sentimo-nos acompanhados no nosso êxodo e na subida para Jerusalém. Atravessando o corpo da assembleia, sujeito celebrante da ação litúrgica, o livro eleva-se como uma língua de fogo a reacender a memória da aliança entre Deus e o seu povo, na mútua fidelidade. Palavra em movimento, é ela que nos desloca e, curando-nos as paralisias, nos leva a cantar os salmos das nossas subidas à mesa, «quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo» (DV 21). Outra possibilidade, como recordou o pe. Sílvio Couto, tendo por base essa experiência no Sul de Portugal, é a inclusão da Bíblia nas procissões exteriores, pelas estradas e ruas das comunidades.

[Joaquim Félix, padre católico, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga e professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa]

Oração pela Paz, 11 de Abril

Oração pela Paz, 11 de Abril

Juntemo-nos, nesse momento, em pensamento para que juntos brote também do nosso coração aquela prece do poema da Sophia de Mello Breyner: “Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos/ A paz sem vencedor e sem vencidos”.

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Venerar gostosamente a Divina Escritura

Venerar gostosamente a Divina Escritura

«A Igreja venerou sempre as divinas escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor, não deixando jamais, sobretudo na sagrada Liturgia, de tomar e distribuir aos fiéis o pão da vida, quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo»

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Missas

Alvor – Montes de Alvor – Penina

Sábado

16h00 – Alvor
17h30 – Montes de Alvor
19h00 – Alvor (em inglês)

Domingo

10h00 – Alvor
12h00 – Penina

Quarta-Feira

19h00 – Montes de Alvor

Quinta-Feira

19h00 – Alvor

Sexta-Feira

19h00 – Alvor

Atendimento para casamentos e batismos

Todas as questões processuais relativas a casamentos e batizados, da paróquia de Alvor, são tratadas presencialmente na SECRETARIA PAROQUIAL, em Alvor, no seguinte horário:

Quintas-feiras entre as 15h30 e as 17h30

 

Consulte AQUI a página da Liturgia para conhecer as normas para admissão ao batismo.

 

As celebrações de batismo serão aos Domingos dentro da Eucaristia Dominical.

Os casamentos serão celebrados aos Sábados de manhã.