«Se conhecesses o dom de Deus e quem é Aquele que te diz: ‘Dá-Me de beber’,
tu é que Lhe pedirias e Ele te daria água viva»
Jo 4, 7
Propostas de peregrinações 2026
Acompanhadas pelo pároco, P. Abílio Cardoso
INSCRIÇÕES ATÉ À PÁSCOA
Estas propostas fazem parte do Programa de Atividades da Paróquia para o corrente ano e só acontecerão se houver um número mínimo de interessados. Por isso, faz-se um apelo: ATÉ À PÀSCOA, quem estiver interessado deverá fazer uma pré-inscrição, manifestando o seu desejo. Se houver cerca de 40 interessados para Lourdes e Terra Santa, o pároco apresentará o programa definitivo bem como a quantia a pagar por cada pessoa (viagem e hotel).
Para mais informações, contactar o pároco por tel. 965268655 ou pessoalmente no fim das celebrações.
LOYOLA/LOURDES
10 a 14 de Junho em autocarro
(despesa previsível – 600€)
SANTIAGO E COMPOSTELA
5 a 12 de Julho
(a pé no Caminho Central de Santiago)
TERRA SANTA – Lugares Santos
31 de Agosto a 7 Setembro
(Despesa previsível de 2 200€)
QUARESMA E TEMPO PASCAL
Parar para pensar. Para se olhar a si próprio. Para se perceber e tomar consciência de si num mundo tão agitado em que a experiência da velocidade nos atinge a todos. Quem não precisa disso? Para os crentes cristãos entrar em deserto espiritual torna-se uma necessidade, que a pastoral da Igreja não só propõe como ajuda a realizar.
Num período de 40 dias para nos fortalecer a vontade interior na luta contra o mal, eis-nos de novo em Quaresma, iniciada com as cinzas impostas sobre as nossas cabeças a convidar a tomar consciência da nossa fragilidade e a apelar à conversão a Deus e aos caminhos propostos pelo evangelho de Jesus.
São quarenta dias a preceder o Tríduo Pascal – centro da celebração do mistério cristão – que se prolonga por mais cinquenta dias no chamado Tempo Pascal.
Importa, pois, que a Quaresma seja mesmo um tempo de silêncio interior e de ação sobre nós próprios a fim de nos darmos contas das nossas rotas passadas e atuais para nos tornar capazes de ver e preparar as nossas rotas de futuro. Trata-se de um processo libertador de nós mesmos, e das nossas más tendências, dos nossos pecados e das marcas negativas que eles deixam em nós e de renovarmos o desejo de restauro interior da nossa própria vida confrontada sempre com as metas que Jesus nos deixou para alcançarmos a «vida em abundância» que nos leva até à vida eterna.
Uma Quaresma bem celebrada é fundamental para que um Tempo Pascal seja verdadeira manifestação alegre da Presença do Ressuscitado nas nossas vidas.
IV Domingo da Quaresma (A)
15 de Março, 2026
Sugestão de Cânticos
Entrada:
Alegra-te, Jerusalém, alegra-te, Jerusalém, louva, canta, povo de Deus. (J. Pedro)
Salmo:
O Senhor é meu Pastor: nada me faltará, nada me faltará. (M. Luís)
Aclamação:
Glória Vós, Cristo, Palavra de Deus. (J. Pedro)
Ofertório:
Òrgão.
Santo:
Sanctus, Sanctus, Sanctus Dominus Deus Sabaoth! Pleni sunt Coeli et Terra Gloria Tua! Hossanna in Excelsis! Benedictus qui venit in nomine Domini! Hossanna in Excelsis!
Cordeiro de Deus:
Agnus Dei, qui tolis peccata mundi: miserere nobis.
miserere nobis.
dona nobis pacem
Comunhão:
O Senhor pôs-me lodo nos olhos; depois lavei-me, fiquei a ver e acreditei, acreditei em Deus. (J. Pedro)
Pós Comunhão.:
Senhor, Tu és a Luz que ilumina a terra inteira! Tu és a Luz que ilumina a minha vida.
Bispos Alemães Pedem Ao Vaticano Que Os Leigos Possam Fazer Homilias
Os bispos católicos alemães deram luz verde ao prosseguimento do processo sinodal e decidiram solicitar ao Vaticano permissão para que leigas e leigos possam fazer homilias e pregar, segundo anunciou o bispo Heiner Wilmer – já na função de presidente eleito da Conferência Episcopal (CEA) – esta Quinta-feira, 26 de Fevereiro, no final da assembleia plenária de primavera daquele organismo.
A possibilidade de mulheres e homens leigos fazerem a homilia nas celebrações eucarísticas é uma das medidas que integram as diretrizes para o “ministério da pregação”, aprovadas na assembleia, que ficam agora dependentes da aceitação de Roma.
O novo presidente da CEA disse, a propósito, que tem já uma deslocação prevista ao Vaticano, durante a qual apresentará e explicará os resultados das decisões do episcopado, nomeadamente estas diretrizes do ministério da pregação.
De acordo com esse documento, os leigos admitidos ao exercício ministerial terão de ter qualificações para tal e ser investidos nessa missão pela autoridade eclesiástica. A medida consta das decisões do Caminho Sinodal.
O bispo Heiner declarou que a CEA adotou os estatutos da Conferência Sinodal aprovada no seguimento do processo sinodal no país, acrescentando que o próximo passo será o necessário reconhecimento desse texto, ao mais alto nível.
O prelado considera a participação anunciada do cardeal Mario Grech, responsável do Secretariado Geral do Sínodo do Vaticano, no Congresso Católico em Würzburg, em Maio, “um forte indício de como a sinodalidade ao nível global pode ser conectada com o nível local”.
O presidente da CEA ressaltou, no comunicado final, que “o desenvolvimento da Igreja não se resume a preservar uma estrutura, mas a tornar a mensagem do Evangelho frutífera na vida das pessoas”. Para tal considera necessário “o diálogo – dentro da Igreja e com a sociedade”, em colaboração com todos os envolvidos.
“NÓS SOMOS IGREJA”: sinodalidade “não deve ser mera fachada”
O movimento “Nós Somos Igreja” anota que “ os bispos na Alemanha são chamados a implementar reformas concretas a curto prazo, sem as quais, como afirma o documento final do Sínodo Mundial (nº 94), ‘a visão de uma Igreja sinodal não será credível’”.
Lembrando o roteiro para o Sínodo Mundial, até ao final de 2027, traduzido em “reformas visíveis em todas as igrejas locais”, o “Nós Somos Igreja” considera que “ainda há muito a ser feito em todas as dioceses” da Alemanha, nomeadamente nas matérias em que o Caminho Sinodal deixou já caminho aberto: novos ministérios, o lugar das mulheres, o combate à violência sexual. “A sinodalidade não deve ser mera fachada, antes deve viabilizar uma verdadeira corresponsabilidade e o compartilhamento do poder de decisão”, diz ainda.
Fonte: 7MARGENS
Experiência inédita nas homilias
Capela do Rato ensaia “partilha pública da Palavra” por leigos na eucaristia
A Capela do Rato, em Lisboa, inaugurou num Domingo, 27 de Outubro de 2024, uma experiência de “partilha pública da Palavra por leigos nas celebrações da eucaristia”. No momento da homilia, além do presbítero que presidiu à celebração, o comentário aos textos bíblicos foi feito também por uma segunda pessoa, neste caso uma religiosa. A experiência, praticamente inédita nesse momento na Igreja Católica em Portugal, foi do conhecimento do Patriarcado.
Foi na sequência de uma proposta surgida na segunda fase do processo sinodal que a decisão foi tomada, diz o capelão do Rato, padre António Martins. De acordo com o documento de síntese da reflexão da comunidade, sentia-se a “necessidade de que a voz dos leigos, homens e mulheres, esteja presente nos comentários aos textos sagrados, nomeadamente [através d]a possibilidade de partilha pública da Palavra nas celebrações”.
Assim, ao longo do ano litúrgico de 2024-2025, a Capela do Rato ensaiou este passo de alguns leigos e leigas poderem comentar a Palavra de Deus nas celebrações da eucaristia. A primeira foi com a irmã Julieta Dias, que ainda há um ano publicara uma edição revista do livro Maria Madalena, a Apóstola dos Apóstolos, que escreveu em co-autoria com Paulo Mendes Pinto. No dia 24 de Novembro, foi a vez do teólogo leigo Juan Ambrosio, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (FT/UCP). A teóloga espanhola Cristina Inogés Sanz, e José Eduardo Borges de Pinho, professor emérito da FT, disponibilizaram-se para 2025.
Não há, por enquanto, um ritmo obrigatório, disse o capelão. “A ideia é apresentar quatro ou cinco momentos ao longo do ano, não necessariamente a um ritmo mensal, mas mais tendo em conta os tempos fortes litúrgicos”.
A sugestão foi recorrente, ao longo dos dois anos de debates na capela a propósito do processo sinodal, referiu ainda o padre António Martins. Na formulação final evitou-se referir “expressamente o termo homilia”, que se reserva teologicamente para a “dimensão profética do anúncio da Palavra própria do ministro ordenado que preside à eucaristia”. Mas “sem alienar esta dimensão, que foi e é uma novidade da reforma litúrgica” do II Concílio do Vaticano, “não se deve excluir a possibilidade de leigos e religiosas partilharem também publicamente a Palavra em contexto de celebrações comunitárias”, acrescentou António Martins.
O responsável da Capela do Rato disse que este comentário “não tem de ser necessariamente” feito na celebração da eucaristia. “Pode haver outros contextos” em que ele aconteça, como celebrações da Palavra (liturgias sem comunhão) ou celebrações penitenciais do sacramento da reconciliação ou confissão. “Há uma variedade de caminhos que se podem explorar”, resumiu.
Ambiguidades e dificuldades
António Martins, ele próprio professor na Faculdade de Teologia da UCP e autor de um pequeno estudo sobre A Sinodalidade Na Vida Da Igreja – Fundamentos e perspetivas, publicado pela UCEditora, admitiu que “a concretização da proposta a nível de comunidade apresentou as suas ambiguidades e dificuldades: não é um caminho claro.” Pergunta, como exemplo: “Que metodologia utilizar? Como seleccionar ou identificar pessoas que, dentro da comunidade, possam assumir a tarefa de anúncio público da Palavra em contexto celebrativo? Como se fará a escolha? Com que autoridade e legitimação se apresentam em público, diferenciados numa comunidade de irmãos? Porquê uns e não outros?” Para responder: “A concretização levanta problemas e não é um caminho claro. Não ignorando as dificuldades, a partir da reflexão no grupo de liturgia e no grupo coordenador da comunidade, resolvemos este ano avançar para dar um sinal concreto de inovação e de corresponsabilidade sinodal.”
O caminho está, no entanto, salvaguardado seja na relação hierárquica seja dentro da própria comunidade. No Patriarcado, o novo bispo auxiliar Alexandre Palma, “está informado e deu o seu contributo para a reflexão”, sugerindo quatro ideias: “Que nunca se aliene o momento da homilia reservado ao ministro ordenado; que, a acontecer durante o tempo da homilia, a proclamação pública da palavra seja a duas vozes, a do ministro ordenado e a da outra pessoa leiga (ou religiosa); que há outros momentos possíveis de meditação/partilha da Palavra para além da homilia; e que há outras celebrações possíveis com partilha da Palavra para além da eucaristia”.
“Não ignoramos as críticas” nem as reacções, “umas já expressas, outras que hão-de chegar” em relação à decisão, disse o capelão. “Mas creio que o grosso da comunidade aceita bem este caminho de inovação prudente. As reações pessoais de gente da comunidade que recebi vão nesse sentido. Nas redes sociais pode haver um tom mais crítico ao processo, aceitável e a ter em conta”, admitiu na altura.
António Martins disse que a iniciativa estará sujeita “a avaliação e a revisão”. Nada é definitivo, reitera. “É um processo que vamos iniciar, um caminho novo, com riscos e promessas. As quatro intervenções previstas para o ano pastoral 2024-2025 (de uma religiosa, de uma leiga e de dois leigos) é um modo prudente de iniciar. Convidam-se pessoas exteriores à comunidade com a sua legitimidade e autoridade reconhecida (teológica, de intervenções públicas) para partilhar publicamente a Palavra durante o tempo da homilia, a duas vozes”.
Este passo vai a par da convocação de grupos já existentes ou a criar para a meditação, oração e partilha dos textos bíblicos da liturgia dominical, refere o capelão. E no ano de 2025, os quatro ou cinco momentos de partilha pública da Palavra resultarão das dinâmicas desses grupos, sendo cada um deles convidado a preparar a “homilia” e a indicar uma pessoa para a proclamar, em coordenação com o capelão.
E deveria esta experiência ser alargada a outras comunidades? Entre as críticas recorrentes às homilias proclamadas pelos ministros ordenados estão “a deriva moralista, a concentração doutrinária, o excesso de catequese e a pouca ligação à vida concreta das pessoas, ao seu sentir, às suas dificuldades”, admitiu António Martins.
Este ano, a Comunidade Cristã da Serra do Pilar (Gaia) organizou uma série de seis celebrações cujas homilias foram feitas por leigos, como forma de assinalar os 50 anos da comunidade. Mas a experiência de haver não clérigos a intervir no momento da homilia é rara, pelo menos em Portugal.
O capelão do Rato assegurou: “Este processo de proclamação pública da Palavra por leigos não pretende substituir o sacerdócio ordenado pelo sacerdócio comum, mas articular as duas dimensões na leitura profética da Palavra de Deus. Se o ministro ordenado pode inserir a Palavra numa tradição de interpretação, os leigos, ativando o sensus fidei (o sentir dos crentes) podem ajudar a trazer a Palavra ao concreto da vida, a partir das suas experiências profissionais, familiares, afectivas…” Trata-se “de um enriquecimento e de uma experiência sinodal na atualização da Palavra de Deus na vida dos crentes”, afirma. “Há também experiências bem-sucedidas em que a homilia dominical, proclamada pelo presbítero, é preparada de uma forma orante com um grupo de leigos que trazem à interpretação e atualização da Palavra a sua vida.”
“Os caminhos estão abertos, o modo de concretização exige saber aliar criatividade e prudência”, acrescentou António Martins. “De forma serena, creio que podemos percorrer caminhos novos, de maior vivência orante e profética da Palavra, nas nossas comunidades cristãs, sem provocar rupturas nem dinâmicas de desconfiança.”
[Este texto foi publicado em 2024. O pe. António Martins, nascido em S. Bartolomeu de Messines, é presbítero da Diocese do Algarve, Capelão da Capela do Rato e professor de Teologia na Universidade Católica]
Textos Imperdíveis do Papa Francisco
Sabia que o Papa Francisco escreveu alguns documentos que se tornaram indispensáveis para a vida de um católico, de um crente, de qualquer cidadão interessado em saber?
Vamos ajudá-lo, indicando os principais. Leia, que não lhe faz mal nenhum, cultive-se e, se gostou, sugira a um amigo.
EVANGELII GAUDIUM
LAUDATO SI
AMORIS LAETITIA
TUTI FRATELLI
Experiência Inédita nas Homilias
Capela do Rato ensaia “partilha pública da Palavra” por leigos na eucaristia
IV Domingo da Quaresma
15 de Março, 2026
Sugestão de Cânticos
Bispos Alemães Pedem Ao Vaticano Que Os Leigos Possam Fazer Homilias
Os bispos católicos alemães deram luz verde ao prosseguimento do processo sinodal e decidiram solicitar ao Vaticano permissão para que leigas e leigos possam fazer homilias e pregar …
Propostas de peregrinações 2026
Estas propostas fazem parte do Programa de Atividades da Paróquia para o corrente ano e só acontecerão se houver um número mínimo de interessados. Por isso, faz-se um apelo: ATÉ À PÀSCOA
III Domingo da Quaresma
8 de Março, 2026
Sugestão de Cânticos
II Domingo da Quaresma
1 de Março, 2026
Sugestão de Cânticos
Calendário Paroquial Quaresma e Tempo Pascal
Actividades Paroquiais para a Quaresma e Tempo Pascal
I Domingo da Quaresma
22 de Fevereiro, 2026
Sugestão de Cânticos
Mensagem do Papa Leão XIV
“Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias”,
Missas
Alvor – Montes de Alvor – Penina
Sábado
16h00 – Alvor
17h30 – Montes de Alvor
19h00 – Alvor (em inglês)
Domingo
10h00 – Alvor
12h00 – Penina
Quarta-Feira
19h00 – Montes de Alvor
Quinta-Feira
19h00 – Alvor
Sexta-Feira
19h00 – Alvor
Atendimento para casamentos e batismos
Todas as questões processuais relativas a casamentos e batizados, da paróquia de Alvor, são tratadas presencialmente na SECRETARIA PAROQUIAL, em Alvor, no seguinte horário:
Quintas-feiras entre as 15h30 e as 17h30
Consulte AQUI a página da Liturgia para conhecer as normas para admissão ao batismo.










