E quando Se pôs à mesa, tomou o pão, recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho.
Nesse momento abriram-se-lhes os olhos e reconheceram-n’O.
Lu 24,33
No Dia da Mãe
Mensagem da Comissão Episcopal
Igreja Católica pede maior reconhecimento social para as mães
A Comissão Episcopal do Laicado, Família e Vida acaba de publicar uma mensagem a propósito do Dia da Mãe, que será assinalado no Domingo, 3 de Maio. Intitulada “Afinadora de Corações”, a mensagem defende que as mães devem ser “muito mais escutadas e reconhecidas”, pelo seu papel central na estrutura da sociedade.
“Nos tempos sombrios de guerras em que vivemos, precisamos de aprender com as mães que o heroísmo pode ser mostrado em doação, a força na compaixão e a sabedoria na serenidade”, lê-se no texto, que considera que as mães são “o único antídoto para o mundo de hoje de solidão e de violência”.
O documento, que descreve a maternidade como uma “história de Amor em tom maior”, apela a uma mudança de paradigma na valorização destas mulheres, com atenção particular às mães em luto, cuidadoras e em dificuldades económicas. A mensagem apresenta Maria como modelo de resiliência e pode ser lida na íntegra no portal Leigos.pt.
Fonte: leigos.pt
Oração pela Paz, 11 de Abril
Vivemos horas e dias em que assistimos a um mundo, onde o poder se manifesta pela guerra e a paz é frágil. Mas é também neste mundo, que o Papa Leão XIV eleva a sua voz na mensagem de Domingo de Páscoa dizendo: “A paz que Jesus nos entrega não é aquela que se limita a calar as armas, mas aquela que toca e transforma o coração de cada um de nós! Convertamo-nos à paz de Cristo! Façamos ouvir o grito de paz que brota do coração!“, e com essa palavras, a todos convida, para que nos unamos à vigília de oração pela paz a realizar a 11 de Abril na Basílica de S Pedro.
É um apelo a que não podemos nem queremos ficar indiferentes quando, como também diz o Papa, assistimos a uma ” globalização da indiferença cada vez mais acentuada”. Juntemo-nos, nesse momento, em pensamento para que juntos brote também do nosso coração aquela prece do poema da Sophia de Mello Breyner:
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
A Paz sem Vencedores e sem Vencidos in “Dual“, 1927
IV Domingo da Páscoa
26 de Abril, 2026
Entrada:
Eu sou a porta, Eu sou a porta; quem entrar por Mim será salvo. (C. Silva)
Aspersão da Assembleia:
Batizados em Cristo, formamos o Povo de Deus. (J. Pedro)
Salmo:
O Senhor é meu Pastor: nada me faltará. (M. Luís)
Ofertório:
Órgão.
Sanctus
Agnus Dei
Comunhão:
Eu sou o Bom Pastor e dou a vida pelas minhas ovelhas e dou a vida pelas minhas ovelhas, diz o Senhor. (Carlos Silva)
Pós-Comunhão:
A messe é grande e os operários são poucos. Mandai, Senhor, operários para a vossa messe. (C. Silva)
Venerar gostosamente a Divina Escritura
No Concílio Vaticano II, os padres conciliares sublinharam um antigo princípio, colhido na época patrística: «A Igreja venerou sempre as divinas escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor, não deixando jamais, sobretudo na sagrada Liturgia, de tomar e distribuir aos fiéis o pão da vida, quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo» (DV 21). Será que a Igreja venerou sempre a Palavra de Deus como o fez para com o Pão e o Vinho consagrados na oração eucarística? Admitindo que outrora o tenha feito, atualmente, isso não é óbvio. Sem julgar intenções, mas avaliando pelas atitudes, não parecerá que se presta maior veneração aos dons eucarísticos do que à Palavra de Deus? Transportamos os vasos eucarísticos com grande piedade; ajoelhamos ao abrir e fechar o sacrário e, também, ao passar diante do tabernáculo; abrimos as palmas das mãos como quem recebe algo precioso na comunhão; usamos a custódia, o incenso e abundância de flores, na adoração e no Lausperene; cobrimo-lo com a umbela e o pálio, nas procissões; entre outras formas de devoção, dentro e fora da celebração do mistério eucarístico. Dispomos, inclusive, de ministros extraordinários para o serviço da comunhão na celebração das missas e levar o Pão da vida aos ausentes, idosos e doentes. Pergunto, porém, em relação à Palavra de Deus: Será que a honramos com gestos equiparáveis de reverência? É verdade que, por vezes, também usamos o incenso e os círios, na proclamação do Evangelho. E os ministros que o proclamam, no final, beijam-no. Escutámo-lo de pé. E, embora raramente, além de proclamado, é cantado. Ainda assim, insisto em perguntar: Cuidaremos dos livros que contêm a Palavra de Deus, da sua corporeidade e do seu serviço com aquela reverência que é devotada ao Corpo do Senhor? Será que a escutamos, com o sentido de presença do Senhor, à cadência de cada palavra lida ou proclamada, como em cada partícula do Pão ou gota de Sangue consagrados O reconhecemos, tomamos e veneramos?
Atendendo a certos comentários feitos por Padres da Igreja, constatamos que tal veneração corresponderia a um princípio assumido, cuja verificação prática, por vezes, admitia dificuldades em relação à veneração da Palavra, devida, por exemplo, à falta de cuidado na sua escuta. Isso mesmo depreendemos, por exemplo, do comentário sobre o Salmo 147, tecido por S. Jerónimo: «Lemos as Sagradas Escrituras. Eu penso que o Evangelho é o Corpo de Cristo; penso que as santas Escrituras são o seu ensinamento. E quando Ele fala em “comer a minha carne e beber o meu sangue” (João 6, 53), embora estas palavras se possam entender do Mistério [eucarístico], todavia também a palavra da Escritura, o ensinamento de Deus, é verdadeiramente o corpo de Cristo e o seu sangue. Quando vamos receber o Mistério [eucarístico], se cair uma migalha, sentimo-nos perdidos. E, quando estamos a escutar a Palavra de Deus e nos é derramada nos ouvidos a Palavra de Deus, que é carne de Cristo e seu sangue, se nos distrairmos com outra coisa, não incorremos em grande perigo?»
Sinais de reverência
Enquanto sinais de reverência para com as divinas Escrituras, eles ajudam a reconhecer o seu valor e a sua centralidade na vida da Igreja. Tornam-no mais manifesto. Por exemplo, não faz sentido que, minutos antes da missa, alguém da sacristia vá colocar o Evangeliário sobre o altar, como se fosse mais uma alfaia litúrgica. Podendo fazer-se de outras formas, estou persuadido de que será muito oportuno, pelo menos ao domingo, nas solenidades e nas festas, integrar o Evangeliário na procissão de entrada. No livro que caminha um pouco elevado sobre a cabeça do diácono ou do acólito, a Palavra de Jesus coloca, aqueles que para ele olharem, em ritmo pascal. Ao som do cântico de entrada, ele gera, de antemão, expectativas pelo conteúdo da Palavra que Jesus vai dirigir. Sentimo-nos acompanhados no nosso êxodo e na subida para Jerusalém. Atravessando o corpo da assembleia, sujeito celebrante da ação litúrgica, o livro eleva-se como uma língua de fogo a reacender a memória da aliança entre Deus e o seu povo, na mútua fidelidade. Palavra em movimento, é ela que nos desloca e, curando-nos as paralisias, nos leva a cantar os salmos das nossas subidas à mesa, «quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo» (DV 21). Outra possibilidade, como recordou o pe. Sílvio Couto, tendo por base essa experiência no Sul de Portugal, é a inclusão da Bíblia nas procissões exteriores, pelas estradas e ruas das comunidades.
[Joaquim Félix, padre católico, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga e professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa]
No Dia da Mãe
A Comissão Episcopal do Laicado, Família e Vida acaba de publicar uma mensagem a propósito do Dia da Mãe, que será assinalado no Domingo, 3 de Maio …
IV Domingo da Páscoa
26 de Abril, 2026
Sugestão de Cânticos
III Domingo da Páscoa
19 de Abril, 2026
Sugestão de Cânticos
Papa rejeita papel político, após críticas do presidente dos EUA, e exige fim de guerras
«Não tenho medo da administração de Trump. Continuarei a proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho» – Leão XIV
Oração pela Paz, 11 de Abril
Juntemo-nos, nesse momento, em pensamento para que juntos brote também do nosso coração aquela prece do poema da Sophia de Mello Breyner: “Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos/ A paz sem vencedor e sem vencidos”.
II Domingo da Páscoa
12 de Abril, 2026
Sugestão de Cânticos
Vigília Pascal e Domingo de Páscoa
4 e 5 de Abril, 2026
Sugestão de Cânticos
Feliz Páscoa 2026
Mensagem da Páscoa do Paroco Pe. Abílio Cardoso
Missa do Lava-pés
2 de Abril, 2025
Igreja Matriz de Alvor
Missas
Alvor – Montes de Alvor – Penina
Sábado
16h00 – Alvor
17h30 – Montes de Alvor
19h00 – Alvor (em inglês)
Domingo
10h00 – Alvor
12h00 – Penina
Quarta-Feira
19h00 – Montes de Alvor
Quinta-Feira
19h00 – Alvor
Sexta-Feira
19h00 – Alvor
Atendimento para casamentos e batismos
Todas as questões processuais relativas a casamentos e batizados, da paróquia de Alvor, são tratadas presencialmente na SECRETARIA PAROQUIAL, em Alvor, no seguinte horário:
Quintas-feiras entre as 15h30 e as 17h30
Consulte AQUI a página da Liturgia para conhecer as normas para admissão ao batismo.












